Chapéus, Boinas e Gorros de protecção contra as radiações electromagnéticas
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Apresentação

 

     Somos um grupo de pessoas que sofrem de hipersensibilidade à radiação electromagnética.

 

     Não temos fins lucrativos.

 

     Queremos fornecer aos hipersensíveis europeus um produto que pode melhorar significativamente a sua vida pessoal, familiar e social.

 

     A ideia de produzir chapéus surgiu porque eu estava impossibilitado de exercer a profissão de professor e investigador, frequentar bibliotecas, arquivos, laboratórios, universidades e outros edifícios públicos poluídos por redes de comunicações sem fios.

 

     Fazer roupas ou comprá-las feitas pela Internet era fácil, embora muito dispendioso.

 

     Mas no meu caso, o órgão mais afectado pelas radiações era o cérebro e não havia maneira de me proteger de forma discreta nos locais públicos.

 

     Por causa das radiações, nos locais onde havia Internet sem fios (wireless) sentia tonturas, desequlíbrios, sensação de calor no cérebro, picadas no couro cabeludo e uma dor de cabeça insuportável. Não conseguia estar nestes locais mais de 20 ou 30 minutos.

 

     Nessa altura, há 4 anos, já havia algumas protecções para a cabeça, mas eram de tal maneira inestéticas que apenas permitiam a sua utilização em casa. Hoje, a oferta melhorou um pouco, mas quase não há chapéus que permitam a um hipersensível estar num local público sem ser observado com estranheza.

 

     A solução que encontrei foi produzir chapéus para mim, revestidos com tecidos que comprei pela Internet que atenuavam a radiação electromagnética .

 

     Depois, outras pessoas pediram-me que lhes fornecesse chapéus iguais. E assim nasceu a ideia de ajudar outros hipersensíveis como eu.

 

     Esperamos ser úteis a muitos dos que sofrem deste grave problema de saúde.

 

     Estes chapéus, boinas e gorros, permitem aos hipersensíveis frequentar locais públicos, de maneira discreta, como qualquer pessoa que não tenha este problema.

 

     Futuramente, por razões fiscais e se o serviço que pretendemos prestar tiver bom acolhimento entre os hipersensíveis europeus, poderemos constituir uma pequena entidade comercial, mas que manterá sempre o seu carácter social, afectivo e humanitário de ajuda aos que sofrem de hipersensibilidade, um problema tão incomodativo, tão debilitante e, infelizmente, tão mal compreendido pelos outros.

Mário Rodrigues

Professor e investigador

(hipersensível à radiação electromagnética)